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Elon Musk se torna a primeira pessoa da história a alcançar US$ 500 bilhões em patrimônio, aponta Forbes

Elon Musk atingiu um marco inédito no mundo corporativo e financeiro: tornou-se a primeira pessoa a ultrapassar meio trilhão de dólares em patrimônio líquido, de acordo com a nova atualização da Forbes Real-Time Billionaires.

A disparada acontece em um momento de forte valorização dos principais negócios do empresário — especialmente a Tesla, que acumula alta superior a 20% em 2025. A movimentação também reflete o desempenho da SpaceX, avaliada na casa dos US$ 200 bilhões, e o avanço acelerado da xAI, sua startup de inteligência artificial que se consolidou como uma das mais promissoras do setor.

Tesla impulsiona nova onda de valorização

Musk detém pouco mais de 12% da Tesla e, mesmo após anos de volatilidade, reforçou publicamente sua confiança na companhia ao investir US$ 1 bilhão em ações da própria montadora neste ano. O movimento veio na esteira de resultados mais fortes no segmento de veículos elétricos e da aceleração do desenvolvimento de robôs humanoides e sistemas autônomos — apostas centrais para o futuro da empresa.

A combinação desses fatores elevou significativamente o valuation da Tesla e puxou o patrimônio de Musk para um território nunca antes registrado entre bilionários.

Distância cresce em relação ao segundo colocado

Com o novo recorde, Musk amplia a liderança sobre outros nomes do topo da lista global. Larry Ellison, cofundador da Oracle, ocupa a segunda posição com aproximadamente US$ 350 bilhões, impulsionado pelo crescimento das receitas de nuvem da gigante de tecnologia.

Mesmo com a diferença expressiva, analistas apontam que Musk ainda enfrenta desafios para concretizar seu objetivo mais ambicioso: um pacote de compensação que pode ultrapassar US$ 1 trilhão — mas que depende de metas extremamente agressivas, como multiplicar o valor de mercado da Tesla por oito e provar escala global na venda de carros autônomos e robôs de IA.

Um momento simbólico para o mercado global

A marca de US$ 500 bilhões também reacende debates sobre a concentração de riqueza, o papel das big techs e o ritmo acelerado de inovação nos EUA. Para investidores, o movimento indica que setores como IA, energia limpa e aeroespacial continuam sendo protagonistas dos próximos ciclos de crescimento.